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A Unidos de Guarani surgiu em 1948 a partir de uma idéia de João de Abreu Moreira (João Velho) para a formação de um bloco carnavalesco. Reunindo-se no Clube dos Repentinos com alguns amigos, João Velho entrou em contacto com outro grupo que se encontrava no mesmo local e era liderado por Saulo Nunes Barbosa e Joaquim Valeriano. Da união dos dois grupos, nasceu a nossa mais tradicional escola de samba.
Anos mais tarde, o grupo optou pelas cores verde, vermelha e branca numa delicada homenagem a dois clubes recreativos do município. A Associação Paz e Progresso, já extinta na época, marcara intensamente o carnaval das primeiras décadas do século XX e era identificada pelas cores verde e branca. O Clube dos Repentinos, fundado em 1926 e até hoje em atividade, usava as cores vermelha e branca. O símbolo mostra, além da mistura tricolor, a confraternização entre uma mão branca e uma negra.
A primeira porta-estandarte foi Maria do Carmo Alves Cabral (Cota); a primeira porta-bandeira, Maria Aparecida da Silva; o primeiro mestre-sala, Fernando Antônio Campos Pinto Coelho.
Nesses sessenta anos de existência, a Unidos de Guarani contou com a boa vontade de inúmeras pessoas tanto residentes em Guarani como simpatizantes de outros locais que vêm participar dos festejos carnavalescos em nossa cidade.
Presidentes, membros da diretoria, estilistas, carnavalescos, diretores de bateria, bateristas, compositores de samba-enredo, cantores, colaboradores anônimos, todos têm importante parcela de contribuição para o sucesso da escola.
A Unidos de Guarani adquiriu personalidade jurídica em 21 de novembro de 1979, sendo registrada com o nome “Grêmio Recreativo Assistencial Escola de Samba Unidos de Guarani”.
Em 2008, o presidente da escola é João Lamarca, o samba-enredo sobre o tema: “A tricolor deu a cor para tingir de amor nossa folia” é de autoria de: Alexandre Guerra, Rubinho do Cavaco, Miranda, Djalma, Nelson Tuiti e José Fidelis.
Maiores informações sobre o passado da Unidos de Guarani podem ser encontradas no livro “Guarani, terra querida”, de Aparecida Abreu, no capítulo VIII.
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